APLB

quinta-feira, 18 de maio de 2017

APPI/APLB já denunciou há 4 anos o descaso com escola do Japu, noticiado pelo Fantástico somente agora



Como demonstram as imagens acima, a APPI/APLB foi pioneira na denúncia sobre as condições precárias de funcionamento da Escola Nucleada do Japu, na localidade de Piaçaveira, zona rural de Ilhéus. O assunto foi pauta da última edição do Fantástico no domingo (14/05) em reportagem que retratou as condições lamentáveis daquela unidade escolar, que é feita de madeira e apresenta buracos no teto e paredes, expondo alunos e professores à ação do tempo e animais da mata ao redor. Sem banheiro decente, os alunos usam uma ‘cabine’ de madeira, ao lado da escola, com um buraco no chão funcionando como vaso sanitário.

“Todos estão tratando a questão como se nunca tivesse sido denunciada, como notícia nova, mas a APPI deu ampla divulgação ao tema, ao mostrar as condições da unidade da Piaçaveira”, afirma o professor Osman Nogueira, presidente da APPI.

A escola de madeira foi erguida naquele local há 25 anos, construída inicialmente para sede da Associação Riachão Piaçaveira, sendo doada depois para a prefeitura. Diversos prefeitos passaram pelo Executivo nesses anos e nada foi feito para mudar aquela realidade.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Convite - Contos e Encontros com Vagner Alves



A Escola Nucleada do Japu, na zona rural de Ilhéus, convida os trabalhadores em Educação para uma tarde de autógrafos com o estudante Vagner Alves, no dia 24 de maio, às 13h30, na Sala Maria Vitória Nascimento Cardoso (Maria Jape). Vagner é aluno da professora Joanita Cruzeiro no 4o. ano.

Esse pequeno escritor e ilustrador tem apenas 9 aninhos e criou um mundo rico de imaginação e criatividade através de histórias, contos e poemas sobre personagens do imaginário infantil. O projeto tarde de autógrafos acontece desde 2003 e envolve todos os alunos desde a educação infantil ao 5º. ano. 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Resultados da reunião do Conselho Sindical

A APPI/APLB realizou reunião do Conselho Sindical em Uruçuca, na quinta-feira (11). O encontro teve a presença da direção dos núcleos de Uruçuca, Itacaré, Una, Canavieiras e Ilhéus.  Em pauta, a organização da luta da delegacia quanto à reserva técnica, implementação do Mapping (pesquisa participativa), em Una, para diagnosticar o adoecimento dos trabalhadores em educação (e suas causas) e a análise e deliberação da prestação de contas dos núcleos.

Foram aprovados: o plano de luta pela reserva técnica da delegacia e a implementação da pesquisa para diagnosticar o nível de adoecimento dos trabalhadores em Educação, começando pela cidade de Una.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Trabalhadores em educação do Brasil e da América Latina lançam carta com preocupações (fonte texto/foto: http://www.cnte.org.br)


As trabalhadoras e os trabalhadores da educação pública estadual e municipal, juntamente com representantes dos países irmãos da América Latina, reunidos no Encontro Pedagógico Latinoamericano, em Cuiabá (MT), de 27 a 29 de abril de 2017, manifestaram diversas preocupações em uma carta. Seguem abaixo:
1.Preocupa-nos o cenário de golpe institucional ora vivenciado no Brasil que, em uma relação estreita com governos conservadores das esferas estaduais e municipais, atenta contra os direitos duramente conquistados desde a Constituição de 1988;
2.Preocupa-nos as reformas ora em curso, que visam retirar direitos básicos da maioria da população, a saber, aposentadoria, direitos à saúde, à educação e à democracia, enquanto se mantêm privilégios das elites minoritárias e bem assistidas;
3.É lamentável que o Brasil volte a figurar como um país de grandes dimensões de desemprego, miséria, fome e violência, que atingem idosos, jovens e crianças;
4.Preocupa-nos a violência urbana com o alto índice de assassinatos de jovens nas periferias de nossas cidades, bem como é motivo de repúdio que o estado de Mato Grosso, governado por representantes do agronegócio, não assegure o direito dos trabalhadores à terra e se coloque passivamente ante a violência no campo, como aconteceu na cidade de Colniza (MT), onde nove pessoas foram vítimas de uma chacina por causa da ganância e do comércio de terras;
5.Preocupa-nos que os golpistas de plantão se coloquem como lacaios das multinacionais e continuem entregando as nossas riquezas, a começar pelo pré-sal, reserva de energia que o propósito da população brasileira era vê-la produzindo riqueza e conhecimento para toda a população, principalmente a mais pobre;
6.Preocupa-nos os educadores perceberem que grandes parcelas dos políticos, depois de eleitos, vivam para defender seus privilégios e atuem para quebrar direitos como aposentadoria, concurso público, recursos vinculados à saúde e educação, como aconteceu por meio da Emenda Constitucional (E.C.) nº 95;
Considerando os marcos da Declaração para os Direitos Humanos, as Resoluções dos Congressos Mundiais da Internacional da Educação, bem como as Convenções Internacionais, queremos afirmar que a Educação Pública é um direito e não uma mercadoria.
Somente uma educação eminentemente pública, gratuita, laica, referenciada socialmente e financiada com recursos públicos poderá se impor como condição universalizante de acesso e promoção da cidadania para que o povo não se submeta às lógicas de mercado.
Os exemplos tratados pelos representantes dos outros países da América Latina na denúncia dos conteúdos meritocráticos e nas denúncias dos processos avaliativos que visam preparar o caminho para a bonificação de salários e privatização e terceirização das funções em educação nos levam a reconhecer que essas políticas somente possibilitam os lucros de seus empreendedores, tornando a população refém do analfabetismo político e, em consequência, da miséria humana.
Nesse sentido, o papel de educadores que a nós foi conferido existencialmente nos leva a um comprometimento com a luta. Ao tornar realidade o Movimento Pedagógico Latinoamericano, nos comprometemos a lutar:
1.Por uma pedagogia latinoamericana baseada nos pressupostos libertários e progressistas de liberdade, democracia, inclusão e cidadania;
2.Lutar para impedir o avanço das políticas que promovam a privatização, a mercantilização, a terceirização do ensino, bem como sermos contra toda forma de militarização das escolas públicas;
3.Lutar para que os educadores sejam partícipes de políticas de valorização profissional que lhes assegurem carreira, formação, piso salarial digno, jornada única e gestão democrática da educação;
4.Lutar para que a escola seja espaço de convivência do conhecimento, baseado no respeito à diversidade, às diferenças, às minorias, e que a formação humana e cidadã seja o valor maior nas relações e nos currículos.
Que tenhamos a garra e a disposição para enfrentarmos o golpe contra os nossos direitos a partir da unidade da classe trabalhadora, a exemplo da Greve Geral, no dia 28 de abril, quando mais de 40 milhões de brasileiros saíram às ruas nos diferentes cantos do Brasil para manifestarem sua insatisfação. 
Fonte: http://www.cnte.org.br (Publicado em Terça, 02 Maio 2017)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

AGENDA DA GREVE GERAL DO DIA 28/04

A APPI/APLB convida a todos os trabalhadores em Educação para participar da GREVE GERAL do dia 28/04. A atividade está marcada para 8h, na Praça Cairu, no centro de Ilhéus, onde estarão concentrados representantes de diversos segmentos em protesto contra as reformas Trabalhista e da Previdência.

Participarão do movimento representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Bancários, Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), PSOL/RAIZ (Movimento Cidadanista de Ilhéus), Juventude do Partido dos Trabalhadores (JPT), Força Sindical, Sindicato dos Comerciários, Sindicato dos Rodoviários, Sindiborracha, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Sindicato dos Servidores Federais e APPI/APLB.


terça-feira, 25 de abril de 2017

‘BALEIA AZUL’ - Sindicato auxilia mãe e filha em caso de falsa denúncia

A APPI/APLB está acompanhando e auxiliando as vítimas da falsa denúncia que envolve uma aluna da Faculdade Madre Thaís, em Ilhéus. A estudante Michele foi vítima de uma acusação injusta que a ligaria ao jogo da ‘Baleia Azul’. Segundo as acusações, divulgadas via redes sociais, a jovem seria a autora de um texto em que afirmaria estar sendo desafiada pelo jogo a distribuir balas envenenadas a crianças de algumas escolas da cidade. A falsa acusação afetou a rotina da jovem e da mãe, que é servidora da faculdade onde a filha estuda.


“A APPI já levou o caso às autoridades policiais, para tomar as medidas cabíveis, e também está realizando reuniões com servidores e comunidade escolar para tranquilizar pais e crianças das instituições de ensino citadas na falsa denúncia”, afirma o presidente do sindicato, Osman Nogueira.

INFORMES DA APPI

A APPI informa aos seus filiados que nos dias 25 e 26 (durante todo o dia) e dia 27 (pela manhã) a direção estará participando de uma formação sobre SAÚDE DO TRABALHADOR e, portanto, não haverá atendimento na sede do Sindicato nestes dias.