quarta-feira, 1 de abril de 2015

Pais e alunos farão protesto pela retomada das obras da Escola Pequeno Príncipe

Pais e alunos da Escola Municipal Pequeno Príncipe, juntamente com membros da comunidade do bairro da Conquista e entorno, em Ilhéus, estarão realizando nesta quinta-feira (02) um ato de protesto para exigir o término da obra da unidade escolar, paralisadas por mais de cinco anos.

O movimento acontecerá às 8 horas da manhã em frente às ruínas da construção da escola e pretende chamar a atenção do poder público para a necessidade de concluir as obras para garantir um espaço adequado para as crianças iniciarem o ano letivo de 2015.

A construção do Colégio Pequeno Príncipe foi iniciada no ano de 2009 pelo então prefeito Newton Lima. Logo depois os serviços foram paralisados. O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, criticou na época a falta de compromisso do então governo com a educação e prometeu durante a campanha eleitoral concluir de imediato as obras. Três anos já se passaram e os serviços continuam paralisados.

A escola, que deveria estar funcionando com centenas de crianças, hoje virou ponto para usuário de drogas, depósito de lixo e até motel improvisado. De acordo com integrantes do Colegiado Escolar, enquanto as obras estão abandonadas, a Prefeitura de Ilhéus prefere gastar os recursos com alugueis de espaços improvisados, sem a menor condição de funcionamento de salas de aulas.

Na última segunda-feira membros do conselho do Fundeb de Ilhéus realizaram visita ao local e constataram o quadro de abandono da Escola Pequeno Príncipe. Com base em depoimentos e registros fotográficos, o Conselho do Fundeb pretende não somente cobrar do governo municipal o inicio imediato das obras, como também estarão comunicando o quadro de abandono aos órgãos estaduais e federais.



REDE ESTADUAL: CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA QUE SERÁ REALIZADA NA SEGUNDA (6), ÀS 14H, NO HOTEL FIESTA

A APLB-SINDICATO, CONFORME PREVISTO NO ESTATUTO DA ENTIDADE, CONVOCA ASSEMBLEIA DA REGIONAL METROPOLITANA PARA A PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, 6 DE ABRIL DE 2015, ÀS  14H,  NO AUDITÓRIO DO HOTEL FIESTA, NO BAIRRO DO ITAIGARA.

 

PAUTA:

 

- PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2015.

 

- PACTO PELA EDUCAÇÃO


quarta-feira, 25 de março de 2015

Cetebistas coletam assinaturas para PL da reforma política

Uma reforma política democrática que garanta a representação de todos os segmentos sociais nas casas legislativas é fundamental para o Brasil. Por isso, a CTB Bahia está convocando os sindicatos filiados a se engajar na Semana Nacional de Mobilização pela Reforma Política e Eleições Limpas, que acontece de 23 a 29 de março, coletando assinaturas para o Projeto de Lei de iniciativa popular, que propõe mudanças estruturais no sistema político do país.

 

O projeto propõe quatro mudanças essenciais: proibição do financiamento de campanha por empresas e adoção do financiamento democrático de campanha; eleições proporcionais em dois turnos; paridade de gênero na lista pré-ordenada e fortalecimento dos mecanismos da democracia direta com a participação da sociedade em decisões nacionais importantes.

 

A meta da Campanha pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas é alcançar 1,5 milhão de assinaturas, o que representa 1% do eleitorado brasileiro.
Durante toda a semana, os sindicatos classistas vão coletar as assinaturas para o projeto e encaminhar os formulários para CTB Bahia, que fará entrega à Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, responsável pela formulação do projeto.

 

Os interessados em participar da campanha pode imprimir o formulário no site da Coalização: http://www.reformapoliticademocratica.org.br/ , onde também é possível conhecer todos os detalhes do projeto.


terça-feira, 24 de março de 2015

Acidente de Trajeto - precisa ter emissão da CAT e dá direitos

A expressão “acidente de trabalho” remete a incidentes ocorridos com trabalhadores dentro das empresas onde atuam. Porém, o último Anuário Estatístico divulgado pela Previdência Social aponta que o risco também está do lado de fora. De acordo com o relatório, somente em 2013, mais de 111 mil pessoas sofreram acidentes de trajeto – aqueles ocorridos entre o percurso da residência do trabalhador até a empresa e vice e versa. O número representa 5% dos 717.911 acidentes de trabalho ocorridos ao longo do mesmo ano.

De acordo com o integrante do Comitê Gestor Nacional do Programa Trabalho Seguro, desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira (TRT-MG), o número dos acidentes de trajeto tem crescido consideravelmente nos últimos anos e o aumento da frota de carros e motocicletas é um dos principais motivos. “O trânsito piorou muito nos últimos tempos e o país possui uma frota imensa se locomovendo pelas mesmas estradas diariamente sem os devidos reparos, então, a quantidade de acidentes também aumenta”.

“A pessoa pode estar a pé, de bicicleta, no ônibus ou no trem, se sofrer um acidente e este se caracterizar como de trajeto, deve comunicar ao empregador para que este faça a abertura da Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT)”.

O desembargador esclarece também que apesar de não ser de conhecimento geral, o acidente de trajeto é sim considerado acidente de trabalho e gera vários direitos e obrigações para o empregado e para o empregador. “A pessoa pode estar a pé, de bicicleta, no ônibus ou no trem, se sofrer um acidente e este se caracterizar como de trajeto, deve comunicar ao empregador para que este faça a abertura da Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT)”, explica. “Esse registro é o que vai garantir os direitos do trabalhador, como o recebimento do auxílio-doença em caso de eventual afastamento em decorrência do acidente”, afirma.

Prevenção – Uma das peculiaridades do acidente de trajeto é a dificuldade encontrada para realizar ações de prevenção. Segundo o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, o fato de o trabalhador não estar mais nas dependências físicas da empresa é um grande complicador, uma vez que o empregador tem autonomia para realizar ações de prevenção nas dependências da empresa, mas não nas estradas.

“Somente debatendo será possível identificar o que é necessário para incentivar e aprimorar as medidas preventivas a serem adotadas para tentar a redução do número de acidentes”.

“É preciso que existam mais debates sobre o tema, principalmente no que se refere ao setor de transportes, para que seja possível enxergar melhor as soluções possíveis e viáveis. Somente debatendo será possível identificar o que é necessário para incentivar e aprimorar as medidas preventivas a serem adotadas para tentar a redução do número de acidentes”, conclui.

Programa Trabalho Seguro – Uma iniciativa do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, também denominado “Programa Trabalho Seguro” tem por objetivo a realização de medidas concretas direcionadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho, de modo a contribuir para a diminuição do número de acidentes e, consequentemente, a redução do número de ações (trabalhistas, previdenciárias e acidentárias) sobre o tema.

Fonte: Jusbrasil
Janeiro 2015

Janeiro 2015

APPI coordena trabalho de mapeamento dos trabalhadores de Sindalimentação

Os diretores da APPI/APLB-Sindicato, Delegacia Sindical Costa do Cacau, Enilda Mendonça e Osman Nogueira Júnior, coordenaram o trabalho de mapeamento do perfil participativo com os trabalhadores filiados ao Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins do Estado da Bahia(Sindalimentação), em Feira de Santana. O objetivo do mapeamento, promovido pelo Sidalimentação, foi identificar a interferência das condições de trabalho na saúde dos servidores. 
Através de dinâmicas, depoimentos e experiências compartilhadas entre os trabalhadores das indústrias de alimentação foi possível observar as condições de trabalho, as doenças adquiridas ou agravadas com o serviço que cada um vem executando, além de uma reflexão sobre o que precisa ser melhorado para evitar ou amenizar as causas do adoecimento.
Os trabalhadores também participaram de dinâmicas sobre como observam os seus locais de trabalho, identificando problemas e o que precisa ser mudado ou transformado. Outro ponto importante do mapeamento foi a reflexão sobre a visão de mundo dos trabalhadores, apontando de que forma o trabalho tem afetado na sua vida social, religiosa e familiar.
A presidente da APPI/APLB-Sindicato, Enilda Mendonça, falou da importância da realização desse mapeamento para identificar as condições de trabalho e de que forma isso vem afetando não somente o rendimento profissional e a saúde dos servidores, como também a vida social de cada um. Ela também destacou a necessidade dessas dinâmicas em grupo onde cada um pode compartilhar com seus colegas de trabalho suas experiências e problemas.