sexta-feira, 29 de abril de 2016

Professores e alunos fazem ato de protesto contra a situação crítica do Instituto Municipal do Pontal

Professores, pais e alunos do Instituto Municipal do Pontal (IMP) realizaram na manhã desta sexta-feira um ato de protesto para denunciar o descaso com a educação em Ilhéus e também pela situação que se encontra esta unidade escolar, principalmente com relação a inexistência de funcionários para a função de serviços gerais e da absoluta falta de condições de funcionamento da unidade escolar. Com faixas, cartazes e palavras de ordens, os integrantes do movimento cobraram do governo municipal solução imediata para o problema, já que a escola não tem a mínima condição de continuar funcionando.

Os professores e alunos informaram que não existem servidores para limpar a escola e que por conta disso o lixo se acumula, causando danos à saúde dos trabalhadores e alunos. Segundo eles, a Secretaria Municipal de Educação já foi informada por diversas vezes, através de ofícios, sobre a situação, mas até o momento não tomou providências, alegando que não há servidores para deslocar para a IMP. Enquanto isso, a situação vai se agravando.

Cansados de cobrar uma solução e sem resposta por parte do governo municipal, os professores se reuniram com a APPI/APLB-Sindicato para que se unisse nessa luta em defesa da educação. Como resultado ficou decidida uma série de ações e movimentos que serão realizados até que o problema seja de fato resolvido. A APPI/APLB-Sindicato já elaborou um relatório contendo fotos e depoimentos, que será encaminhado ao Ministério Público do Estado da Bahia para que sejam tomadas as devidas providências.

Como se não bastasse a falta de servidor, a escola ainda enfrenta outros problemas, como bebedouros enferrujados, os armários já sem condições de uso e as cadeiras quebradas foram amontoadas  em salas, pátios e corredores. A estrutura do prédio também está comprometida. Os banheiros estão danificados, o piso e a escada estragados, azulejos arrancados e buracos em vários locais, expondo os trabalhadores e alunos a constantes riscos de acidentes. 









quinta-feira, 28 de abril de 2016


Agende APPI atende aos trabalhadores em educação de Banco Central

O projeto Agende APPI continua e nesta quarta-feira foi a vez de atender os trabalhadores em educação da Escola de Banco Central, que recebeu a visita do presidente da APPI/APLB-Sinbdicato, Osman Nogueira Junior, da diretora intermuicipal, Enilda Mendonça e do diretor jurídico Cosme Gusmão,, para debater sobre os direitos e deveres da categoria.

Dentre os assuntos propostos pelos trabalhadores foram apontadas questões como abertura de contas e portabilidade, campanha salarial, planejamento semanal, a ação impetrada pela APPI na Justiça do Trabalho, o ato público que será realizado em frente ao prédio da Justiça do Trabalho para solicitar o cumprimento da sentença que beneficia os trabalhadores, e a derrubada dos vetos do prefeito ao projeto de lei que cria o Estatuto do Servidor.

Também foram discutidas questão como o reajuste e revisão salarial, aposentadoria, atestados médicos, faltas justificadas, mudança de padrão, referência e gratificação e Plano de Carreira, Cargos e Salários, dentre vários outros assuntos.




terça-feira, 26 de abril de 2016

Parcelamento do FGTS: Esses vereadores votaram em defesa dos servidores públicos municipais. São amigos dos trabalhadores

Alisson Mendonça

Dero

James Costa

Lukas Paiva

Fábio Magal

Walmir Freitas

Alzimário Belmonte (Gurita)

Parcelamento do FGTS: Esses vereadores votaram contra os servidores públicos municipais. São inimigos dos trabalhadores

Aldemir Almeida

Rafael Benevides

Gilmar Sodré

Ivo Evangelista

Raimundo do Basílio

Roland Lavigne

Roque do Sesp

Tarcísio Paixão

Josevaldo Machado (Dr. Jó)

Nerival

Professor Jamil Ocké

Golpe contra os trabalhadores: Câmara de Ilhéus autoriza prefeito a fazer o parcelamento do FGTS

Numa demonstração de falta de compromisso com os servidores públicos e com o município de Ilhéus, a Câmara de Vereadores aprovou, por dez votos a sete, o projeto que autoriza ao Executivo Municipal realizar o parcelamento do FGTS dos trabalhadores, inclusive de contribuições que ainda irão vencer em até dezembro de 2016. Cercado de indícios de irregularidades na condução da votação do projeto, a proposição, na avaliação dos representantes de todos os sindicatos dos servidores públicos, representa mais um golpe da Câmara de Vereadores de Ilhéus contra os trabalhadores e que pode ser mais um calote da Prefeitura com o FGTS dos servidores.

Mesmo sem o parecer de todos os membros das comissões de Constituição e Justiça e de Finanças da Câmara e negando o direito do membro da comissão, o vereador Gildeon Farias (Dero), de pedir vistas para analisar o projeto e exarar parecer, o presidente do Poder Legislativo, Tarcísio Paixão, decidiu colocar a proposição em discussão e votação para atender a uma determinação do prefeito Jabes Ribeiro.

O presidente da Comissão de Finanças, James Costa, apresentou um parecer contrário ao parcelamento, alegando que a iniciativa do prefeito Jabes Ribeiro traz prejuízos não somente para os trabalhadores, mas também para o município. Os membros da oposição ao governo municipal chegaram a alertar o presidente da Câmara para os erros na condução da votação e nos prejuízos que o projeto traz para os trabalhadores e para a cidade. Mesmo assim o projeto foi colocado em discussão e aprovado pela maioria dos vereadores.

Os dirigentes dos sindicatos dos trabalhadores chamara a atenção dos vereadores para os prejuízos que os servidores terão com mais esse parcelamento do FGTS. Mas ao invés de ouvir os servidores, o presidente da Câmara preferiu chamar a polícia para intimidar os trabalhadores.

Votaram contra o projeto e em defesa dos trabalhadores os vereadores Alisson Mendonça, Dero, Lukas Paiva, Fábio Magal, James Costa, Walmir Freitas e Alzimário Belmonte (Gurita). Já pelo parcelamento do FGTS e contra os trabalhadores votaram os vereadores Aldemir Almeida, Roque do Sesp, Ivo Evangelista, Josevaldo Machado Rafael Benevides, Gilmar Sodré, Jamil Ocké, Nerival, Roland Lavigne e Raimundo do Basílio.






APPI discute com professores sobre a situação crítica do Instituto Municipal do Pontal

A convite dos trabalhadores em educação, a diretoria da APPI/APLB-Sindicato se reuniu na manhã desta segunda-feira com os professores do Instituto Municipal do Pontal (IMP) para discutir sobre a situação em que se encontra esta unidade escolar e as medidas que serão adotadas como forma de chamar a atenção do Governo Municipal para a gravidade do problema.

Os professores informaram que não existem servidores para limpar a escola e que por conta disso o lixo se acumula, causando danos à saúde dos trabalhadores e alunos. Segundo eles, a Secretaria Municipal de Educação já foi informada por diversas vezes, através de ofícios, sobre a situação, mas até o momento não tomou providências, alegando que não há servidores para deslocar para a IMP. Enquanto isso, a situação vai se agravando.

Como se não bastasse a falta de servidor, a escola ainda enfrenta outros problemas, como bebedouros enferrujados, os armários já sem condições de uso e as cadeiras quebradas foram amontoadas  em salas, pátios e corredores. A estrutura do prédio também está comprometida. Os banheiros estão danificados, o piso e a escada estragados, azulejos arrancados e buracos em vários locais, expondo os trabalhadores e alunos a constantes riscos de acidentes.

A APPI/APLB-Sindicato já está elaborando um relatório contendo fotos e depoimentos, que será encaminhado ao Ministério Público do Estado da Bahia para que sejam tomadas as devidas providências já que, segundo o Governo Municipal, esta unidade escolar passou por reformas recentemente.